Tenho que ficar me lembrando que tudo não tá sendo tão do zero assim. Pelo menos é o que fico me repetindo pra tentar diminuir a ansiedade. Tô escrevendo esse texto desde 2017. Foi nesse ano que me deu o estalo de começar a estudar game design. Porém, recém-conquistado a independência financeira de ter uma carreira frutífera, resolvi focar nos jobs e só manter a ideia de game design como um hobby. Até 2025. Bati o pé e decidi que pra migrar no futuro, tenho que começar agora. Fico me lembrando que não tá sendo tudo do zero pensando, principalmente, em intimidade, ambiente apropriado, noção do que fazer e qual ferramenta usar. Mas vamo começar do começo, primeiro. Bem do começo mesmo.
O Começo Mesmo.
Ganhei meu primeiro computador em 1996. Era um notebook semidestruído com mouse de “pitoco”. Ali foi só o primeiro grande impacto dos jogos na minha vida. Eu já tinha um Master System Compact com Alex Kidd in the Miracle World salvo na memória que foi responsável por inúmeras madrugadas de íris ressecadas.
O Master System Super Compact era o joystick + console all in one que tinha quase meu peso. E vinha com uma antena (!?!)






